É hora dos institutos de pesquisa começarem a rever seus conceitos com relação às pesquisas de intenção de voto. Os erros cometidos no primeiro turno no Rio de Janeiro foram gritantes. A análise dos dados da Internet (acesso, vídeos assistidos no YouTube, downloads de material de propaganda, emails recebidos, número de voluntários cadastrados, número de usuários no Ning e no Orkut, entre outros) mostrava claramente uma tendência distinta da indicada pelos institutos de pesquisa.
A retroanálise destes dados produziram curiosas coincidências com os valores encontrados nas urnas. Estas informações são muito importantes para determinação das estratégias de ação da coordenação da campanha. Talvez seja a hora de se desenvolver novos métodos de pesquisa de opinião para o ambiente em rede e colaborativo da Internet (quem topa?).
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